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Culturas Digitais e a Revolução Escolar

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O que revoluciona a educação Minha contribuição no fórum sobre as questões que revolucionam a educação. Ao assistir o vídeo This Will Revolutionize Education   e ler o artigo de Margaret Axt, pude observar alguns pontos fundamentais.   A humanidade há décadas vem sofrendo grandes transformações e descobertas, ocasionando algumas revoluções em vários setores de nosso cotidiano, mas ao analisarmos o âmbito educacional, permanecemos na “maquinaria escolar”,  por assim dizer, pois observamos que essas mudanças não foram tão relevantes assim, mesmo com o advento da globalização, a era digital e tecnológica. Pois estes por si só não se incubem da tarefa educacional propriamente dita. Esses recursos nos servem como ferramentas para auxiliar nesta caminhada e como tal   precisam ser manuseados e explorados de forma responsável, sabendo dosar com autonomia e proficiência para que possamos fazer essa revolução educacional. Também necessitamos   pro...

REFLEXÕES DE SI VIII

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MODELOS PEDAGÓGICOS E MODELOS EPISTEMOLÓGICOS Pressupostos epistemológicos das pedagogias: A) PEDAGOGIA DIRETIVA Está pratica configura-se por ser uma pedagogia tradicional, onde alunos são considerados tabulas rasa em todos os sentidos, não apenas no campo do intelecto. Ela se dá de forma empírica, pois o professor acredita que o aluno só aprenderá se ele ensinar, transferindo o conhecimento. Neste prisma da pedagogia a aprendizagem ocorre de forma polis dicotômicos, pois o professor nunca aprenderá com o aluno; o aluno jamais ensinará algo. S <= O    /   A <= P S = sujeito; A = aluno; Elemento conhecedor, Centro do conhecimento                                                      ...

Fragmentação dos processos de produção e da cultura escolar

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O texto de  Japiassu é bastante questionativo e complexo em sua singularidade, pois ele elenca toda a fragilidade existente nos processos de escolarização, onde ele denomina as escolas como “silos” de saber. Onde cada “silo” detentores de um conhecimento que não está contextualizado com as reais necessidades de uma era em que tudo está globalizado. Essa cultura da fragmentação promove o distanciamento entre a realidade existente e as instituições escolares.    O cotidiano dentro do contexto escolar passa por “transformações” as quais mudam apenas na aparência, mas na realidade não passam de um make por assim dizer, pois a terminologia muda: “método de projetos”, ”centros de interesse”, ”globalização”, “currículo transversal”, mas a pratica é a mesma. Isso tudo deve-se a politica da fragmentação do processo de produção e da cultura escolar que necessita estar atrelada a esta filosofia de uma cultura de desapropriação do conhecimento, para poder suprir um m...
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                                             Conceitos e funções da EJA EJA: Educação de Jovens e Adultos. De acordo com a Lei 9.394/96, passou a ser uma modalidade da educação básica nas etapas do ensino fundamental e médio. A EJA é uma categoria organizacional constante da estrutura da educação nacional, com finalidades e funções específicas .        A Educação de Jovens e adultos no Brasil tem função reparadora, equalizadora e qualificadora. As quais na teoria devem: *Função reparadora deve incluir modelos pedagógicos próprios conforme sua demanda, atendendo as necessidades de aprendizagens dos sujeitos, com garantia do direito assegurado na Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948). *Função Equalizadora incluí ações devam ser afi...

Escola em Outro Planeta

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ESCOLA EM OUTRO PLANETA   Se eu tivesse a oportunidade de criar uma escola em outro planeta, como foi sugerido na interdisciplina de Desenvolvimento, Planejamento e Avaliação. Essa proposta de atividade me fez parar para refletir sobre a escola que temos e as e a escola que queremos, penso que se houvesse uma escola alienígena seria uma escola dinâmica, interativa,inclusiva, lúdica, globalizada com intercâmbios interplanetários. Como suponho que os seres extraterrestres sejam muito avançados tecnologicamente, as aulas ocorreriam em forma de viagens interplanetárias, podendo fazer viagens no tempo e  no espaço. Ao ensinar sobre a escrita ao invés de olhar em figuras de livros , poder voltar em um portal do tempo e mostrar o surgimento da mesma através da necessidade da informação nas cavernas com os desenhos rupestres. Ao ensinar história antiga por  exemplo , poderíamos viajar até as pirâmides e ver ao vivo toda essa questão. Cada aluno teria opção de ...

Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

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”Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.” Rubem Alves